A empresa precisa contratar por cidade?
Não. A contratação é corporativa; as páginas municipais existem para explicar o contexto e facilitar a descoberta, sem criar uma presença física local.
A cobertura é igual em todo o país?
A jornada é digital e nacional, mas disponibilidade profissional, adequação clínica e encaminhamentos presenciais podem variar.
A organização vê os dados médicos do colaborador?
Não. Dados clínicos permanecem protegidos por sigilo e LGPD. A gestão recebe apenas indicadores agregados compatíveis com o produto contratado.
É possível começar com um piloto?
Sim. O escopo pode começar com um grupo definido e ser ampliado depois da validação operacional e comercial.
Funciona com 10 funcionários?
Sim. O mínimo é 3 colaboradores. R$ 29 por colaborador/mês até 99, R$ 25 a partir de 100 e R$ 19 a partir de 1.000. Familiar +R$ 19. Sem proposta personalizada — a tabela é pública.
Substitui o plano de saúde?
Não. Complementa o plano ou serve de porta digital quando a empresa ainda não tem rede. Coparticipação e deslocamento do plano continuam sendo outra conta.
E se o colaborador precisar de exame?
O médico avalia por teleconsulta e, se o caso exigir exame físico, imagem ou laboratório, orienta o encaminhamento. O exame em si não está incluso — a consulta é faturada à empresa só quando o colaborador usa.
Como valido o atestado?
Quando há indicação clínica, o atestado sai assinado digitalmente. O RH confere o documento; não acessa o prontuário. Atestado não é automático — depende da avaliação do médico.
Quanto tempo até a empresa começar a usar?
No mesmo dia da contratação o RH cadastra a equipe e dispara o convite. O colaborador entra pelo celular, sem app obrigatório.
A empresa vê o prontuário do colaborador?
Não. LGPD e sigilo médico: o RH vê só indicadores agregados (adesão, volume). Conteúdo clínico fica entre profissional e paciente.